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Tudo para ter uma alimentação saudável.

Para uma alimentação saudável, como auxilio de uma imunidade guerreira, não basta apenas ter atenção aos alimentos.

Ficam muitas vezes de fora e sem explicação, os utensílios e tudo o que se utiliza na cozinha, desde a confeção até ao armazenamento, e que não beneficia a implementação da vontade de ter essa alimentação saudável.

Entra em contradição, quando realmente existe uma alimentação saudável, mas o que é utilizado para cozinha possui uma grande toxicidade.

Como devemos armazenar a nossa alimentação?

Por exemplo, para armazenar água, devem ser evitados os plásticos.

É realmente o mais utilizado e o mais fácil, mas também, muito nocivo, porque contém os chamados BPA ou BPE (Bispherol). Apesar de existirem plásticos BPA free, ou seja, isentos deste composto, com toxicidade comprovada, existem, no entanto, o BPE, ainda sem confirmação do seu grau de toxicidade.

Estes dois compostos, libertam partículas para os alimentos armazenados, muito nocivas para a saúde, principalmente em contacto com o calor, devendo ser ao máximo evitada sua utilização.

Existe também o Tritan, um plástico à base de poliéster, mais recente mas com muitos compostos para a saúde. Este também pouco estudo.

Atenção que o facto de não estar completamente provado que faz mal, não quer dizer que faz bem.

Que plásticos devemos usar?

Nenhum!

Será bom para o ambiente e para o nosso corpo eliminarmos os plásticos do nosso dia-a-dia.

Evitar ter para armazenar comida e até mesmo para cozinhar, beber ou comer, como por exemplos os talheres de plástico.

Já existem boas opções no mercado substituição desses utensílios.

Outra ideia que podemos ter é não pagar por recipientes de plástico. Se estes chegam às nossas vidas como embalagens de algum produto que compramos, já não é positivo, mas será menos mau do que pagar por estes.

Devemos começar a mudar a mentalidade para que os nossos filhos e netos possam usufruir de um planeta saudável.

Que recipientes devemos usar para armazenar e transportar?

Estes plásticos podem ser substituídos por inox, tanto para casa como para levar almoço para o trabalho.

Por vidros resistentes à congelação e ao micro-ondas, taças protegidas com tampas de cera de abelha ou outro, em vez da película aderente ou alumínio. Podemos reutilizar os frascos de vidro de compota, os de grão, feijão, que compramos já cozidos.

Os recipientes de Take Away em alumínio são extremamente prejudiciais, devemos optar levar o nosso próprio recipiente de inox.

Biberões, devem ser evitados os de plástico e usados os de vidro, para evitar a toxicidade que passa para o bebé.

Devemos ter a mentalidade do que realmente necessitamos de usar e não armazenar recipientes e caixas que não necessitamos.

Por vezes comparando valores, ficará mais caro preferir inox ao plástico, isto porque quando necessitamos de 5 temos 20.

Se reduzirmos para o que é realmente a nossa necessidade ganhamos em tudo, quer no valor gasto, quer em espaço, quer em manutenção.

Que utensílios devemos usar para aquecimento ou cozinhar?

Quando falamos em forno, não devemos usar silicone, pois a sua toxicidade exposta ao calor, também liberta partículas muito nocivas para a saúde.

Devemos evitar a todo o custo o Teflon, que existe, por exemplo, no tabuleiros com cobertura preta e cerâmica, que no seu interior tem alumínio.

Para o forno, devemos sim utilizar vidro refratário, normalmente chamado por Pirex, cerâmica refratária, sem alumínio e os barros, vidrado ou não.

No que diz respeito às frigideiras, não devem ser usadas as de Teflon, inox, cerâmica, e as mais atuais de cobre porque não são de cobre verdadeiro, mas sim, de um Teflon de coloração diferente.

Para teremos a noção, o Teflon foi uma tecnologia planeada e desenvolvido para a bomba atómica, porque é de uma alta resistência ao calor, sendo produzido de uma forma extremamente poluente. Quando em contacto com o calor, o vapor que sai da confeção irá impregnar nos alimentos, e infiltrar na nossa casa e serão respirados por todos os que lá abitam num ambiente, normalmente fechado. Como poderão, também, soltar-se partículas do próprio Teflon, que são de uma toxicidade extrema para a saúde.

As frigideiras, mais acessíveis, e que demos usar serão as de inox. As de ferro fundido são outra excelente opção, que tratadas ficarão antiaderentes e com uma durabilidade muito grande.

Ambos libertam partículas mas sem qualquer implicação para a saúde.

Os recipientes de barro podem ser usado no fogão, em forno normal, em forno solar e são de alguma facilidade. Fazem mesmo parte da nossa tradição gastronómica.

Tachos, frigideiras, ou outros, de alumínio devem ser completamente abolidos, pela sua extrema toxicidade.

Alguns recipientes de lata, que compramos, e que nos seu interior têm alumínio, também não deverão ser utilizados. Devemos abrir retirar o seu conteúdo e colocar num outro recipiente para armazenar, quer dentro ou fora do frigorífico.

Evitar sempre comprar alimentos em lata e dar preferência aos que são vendidos em vidro, por exemplo.

E o microondas?

Ao aquecer o processo de aquecimento interfere com a energia molecular da comida e, até com o nosso campo energético quando estamos perto deste, quando está a funcionar.

Não está completamente provado que trás problemas para a saúde, no entanto, atendendo ao efeito que o microondas tem em nós, seria simplesmente de evitar.

Que opções temos para evitar o microondas?

Podemos não comer comida tão aquecida, usar um forno pequeno, aquecer num tacho, ou num pequeno recipiente, em banho-maria. Existem várias opções.

Esta toxicidade a que nos expomos ao cozinhar ou armazenar alimentos ou líquidos, vão dando sinais no nosso organismo, como por exemplo, algumas alergias, dores de cabeça, enxaquecas, problemas de visão, problemas respiratórios, irritações na digestão, entre tantas outras, que são ligeiras e não associamos aos utensílios. Ao fazermos um detox, uma limpeza aos nossos utensílios, ajudamos também o nosso corpo a desinflamar e aumentar a nossa imunidade guerreira.

Devemos sim, apostar em alimentos saudáveis mas também em utensílios saudáveis, adquiridos de forma consciente.